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Imagiologia

Temos ao seu dispor os melhores meios complementares de diagnóstico, conjugando experientes profissionais e sofisticadas técnicas de imagem que permitem a visualização e análise do corpo humano.

Exames prestados:

Nota: Os exames de Imagiologia na clínica da Av. França, no Porto, são realizados pela empresa RXmed - Imagem Médica Unipessoal, Lda., pelo que, para efeitos de pedidos de marcação, resultados ou informação, solicitamos que contacte directamente as assistentes através do telefone 228 349 050. Para mais informações, contacte-nos para a nossa Linha de Atendimento Permanente 220 966 999 ou para o e-mail marcacoes@labmedsaude.pt.

Radiologia Digital

A Radiologia Digital é um procedimento imagiológico usando sofisticadas técnicas de imagem que representa avanços tecnológicos importantes na área da radiologia, permitindo uma qualidade de imagem muito superior à obtida com a Radiologia Convencional tornando-se uma ferramenta mais forte de diagnóstico. Evita todos os actos inerentes ao processamento de radiografias em película nomeadamente a revelação e fixação com produtos químicos e consequente facilidade administrativa quer no envio quer no arquivo das imagens.

A imagem de Radiologia Digital é visualizada no terminal do computador, sendo uma das grandes vantagens a possibilidade de «trabalhar» a imagem. Assim, por exemplo, numa radiografia de tórax, somente com uma exposição à radiação, será possível observar melhor os tecidos moles, o mediastino, o componente ósseo ou a parênquina pulmonar, conforme desejado e a partir da mesma imagem digitalizada. As imagens poderão depois ser enviadas electronicamente para outros sistemas ou arquivadas em CD.

Tomografia Computorizada (TAC)

Concebida em 1973, a Tomografia Computadorizada tornou-se um dos mais importantes exames radiológicos. É um equipamento especial que utiliza Raios X para obter dados de vários ângulos do corpo, que depois são processados por um computador para obter imagens no plano transversal ou noutros planos dos tecidos corporais e dos vários órgãos a estudar. Dessa forma alcança sensibilidade maior que a normal para melhorar os contrastes radiológicos naturais entre os órgãos.

Estamos equipados com uma recente técnica avançada de TAC chamada TAC espiral ou helicoidal. A TAC espiral alcança a mesma resolução da TAC normal, mas com tempo de exame menor e menor dose de Raios X. Além disso, a TAC espiral fornece novo instrumento diagnóstico poderoso por tornar possível resoluções em 3D e reconstruções opcionais da imagem em 3D da anatomia investigada.

O TAC é particularmente útil em vários tipos de tecidos, podendo praticamente ser aplicado a todas as partes do corpo, sendo o seu objectivo diagnosticar doenças dos órgãos, pelo que se designa um exame complementar de diagnóstico. Dos órgãos e aparelhos mais frequentemente observados em Tomografia Computorizada encontra-se o tórax (pulmões, mediastino), o abdómen (fígado, baço, pâncreas, rins, tubo digestivo), as extremidades (membros, coluna vertebral, articulações), o sistema venoso central (cérebro e espinal medula) e face e pescoço (laringe, boca, faringe, ouvidos, seios peri-nasais).

A preparação para o TAC geralmente é muito simples. Em alguns casos não é necessária qualquer medida, noutros casos é necessário jejum de pelo menos 4 horas, porque eventualmente poderá ser necessária a injecção de produto de contraste por via endovenosa.

No acto da marcação ser-lhe-á indicado se é necessário fazer jejum e ser-lhe-á pedido para trazer os exames anteriores que possam estar relacionados com a situação actual. Como em todos os exames que utilizam raios X, existe contra-indicação em caso de gravidez; portanto, se existe alguma suspeita de poder estar grávida, deverá avisar o pessoal técnico ou o médico.

Por que os meios de contraste são necessários?

Dois órgãos de densidade e número atómico médio semelhantes não são distinguíveis ao raio-X. Os meios de contraste são, portanto, necessários para criar um contraste artificial entre o órgão a ser diagnosticado e o tecido circundante. Todos os meios de contraste são baseados no princípio de suspensão ou solução atóxica que contém proporção significativa de elementos com alto número atómico - como o meio de contraste contendo iodo. Quando os Raios X atingem iodo em um meio de contraste, a área aparece branca no filme de Raios X e então destaca o detalhe do órgão por onde se espalhou.

A injecção de contraste iodado provoca por vezes algum calor passageiro na garganta, que se estende ao resto do corpo, geralmente de pequena intensidade, mas na maioria dos casos não é sentida qualquer reacção. Em casos pouco frequentes pode conduzir a algumas reacções alérgicas de pequena gravidade e em casos extremamente raros pode conduzir as reacções alérgicas muito graves. Por esta razão, geralmente não é administrado contraste a doentes com condições cardíacas graves, insuficiência renal, e também a pessoas que têm história de reacções alérgicas significativas e/ou asma brônquica. Deve informar o Técnico de Radiologia se sofre de qualquer destas limitações.

Mamografia

A Mamografia é uma técnica que utiliza Raios X para radiografia de alta resolução da glândula mamária. A Mamografia é um tipo de imagem específico que usa um sistema de Radiação X de baixa dosagem e películas de alto contraste e alta resolução para o exame radiográfico dos seios.

Tem um papel central na detecção precoce dos cancros da mama. Este exame pode revelar alterações na mama três anos antes de a paciente ou o médico palparem qualquer nódulo. O tratamento bem sucedido do carcinoma da mama depende do diagnóstico precoce.

Este exame não necessita de qualquer preparação prévia.Deve ser evitado o uso de substâncias químicas opacas que dificultem a leitura do exame (ex: cremes de cosmética, desodorizantes, etc) sobre a região mamária e axilar. Deverá ser evitada a realização do exame no período pré-menstrual.

Após o estudo radiográfico, o médico fará sempre a observação clínica da paciente e a palpação criteriosa dos seus seios e cadeias ganglionares adjacentes. As normas emanadas pela Associação Americana Médica e do Colégio Americano de Radiologia recomendam que a partir dos 40 anos todas as mulheres sejam submetidas a Mamografias anuais.

Urografia

A urografia é um exame de diagnóstico realizado com raios X e recorrendo-se à administração de contraste iodado endovenoso, numa veia do antebraço. Após a administração do contraste, são realizadas radiografias sequenciais de modo a visualizar todas as porções do aparelho urinário à medida que o contraste vai progredindo no mesmo. O contraste é posteriormente eliminado pelo rim. Assim, este exame permite diagnosticar patologias dos rins, nomeadamente a litíase (cálculos) renal, ou anomalias congénitas e permite ver obstruções, ver os ureteres (canais que ligam os rins à bexiga por onde passa a urina) e delimitar o tamanho e os contornos da bexiga.

O doente deve permanecer imóvel na mesa de observação, durante o qual, repetidamente, são obtidas radiografias para observar a evolução da excreção do produto de contraste pelos rins e pela árvore urinária até ao preenchimento da bexiga. Frequentemente pode recorrer-se ao uso de um aparelho de compressão que é colocado na região inferior do abdómen, que não é doloroso e ajuda a melhorar a qualidade das radiografias dos rins.

O exame é conduzido por um técnico, com orientação presencial pelo médico radiologista. As vantagens deste exame são o facto de permitir uma visualização dos contornos de todo o aparelho urinário, delimitando bem qualquer obstrução do mesmo.

Este exame exige uma preparação especial que o utente deve iniciar na véspera do exame e que tem por objectivo a limpeza intestinal e consequentemente evitar qualquer interferência nas radiografias renais.

Os resultados são interpretados pelo médico radiologista que o realizou, sendo posteriormente analisados por outros médicos, nomeadamente urologistas.

Ecografia

Os estudos ecográficos são efectuados por meio de uma sonda que emite ultra-sons (também designada como ecotomografia ou ultrassonografia), ultra-sons estes que chegam aos diferentes tecidos humanos e fazem eco de retorno, que depois de tratado por meio de transformação em imagem, é lido e interpretado num monitor, em tempo real. Não há qualquer radiação ionizante, pelo que o exame é totalmente inócuo, utilizado inclusivamente no estudo do embrião e do feto na mulher grávida.

As sondas são diferentes consoante o tipo de estudo que se pretende efectuar, sendo a frequência com que são emitidos os ultra-sons variável; a forma como a imagem é captada ou visualizada é também controlável caso a caso e de operador para operador, de forma a obter naquelas condições, a melhor imagem possível.

A ecografia é uma técnica de imagem muito prática e bastante confortável para o doente, tendo uma utilização muito vasta, para examinar diversos órgãos internos de múltiplos sistemas, como por exemplo o coração, fígado, vesícula biliar, pâncreas, rins e supra-renais, baço, bexiga, e ainda muitos órgãos superficiais como a glândula tiroideia, as glândulas salivares, os testículos, os músculos e articulações das extremidades.

Podem ser executados exames endo-cavitários (através do recto ou da vagina), em que as sondas ecográficas têm uma forma que permite a sua introdução nestas cavidades para obter imagens, no homem referentes à próstata e na mulher referentes ao útero e ovários.

A ecografia é ainda útil para guiar a agulha de citologia ou biópsia, nos casos em que está indicado obter material de um órgão, como por exemplo a tiróide, a próstata, mama ou líquido amniótico.

A preparação para os exames ecográficos está limitada ao jejum, para os estudos dos órgãos abdominais e ao enchimento da bexiga, através da ingestão de água, para os estudos pélvicos e para os estudos endo-cavitários acima referidos (intra-rectais ou intra-vaginais). No estudo endo-rectal o recto deverá ser limpo previamente com um laxante de contacto. Para todos os outros exames, não é necessária qualquer preparação.

Durante o exame, o doente é posicionado numa cama e é aplicado um gel de contacto sobre a pele, onde vai ser aplicada a sonda ecográfica em “varrimentos” sucessivos. Trata-se assim de um procedimento totalmente inócuo, indolor, relativamente rápido, nada invasivo. São excepção os estudos endo-cavitários, em que existe algum desconforto, que a forma dos aparelhos e a lubrificação devida tendem a evitar.

As imagens são observadas em tempo real e o médico radiologista examinador selecciona algumas dessas imagens para imprimir após tratamento digital, as quais serão depois entregues ao utente ou ao médico assistente, acompanhada do respectivo relatório de interpretação. O registo da imagem ecográfica pode ser enviado para registo digitalizado.

Ecografia Obstétrica 3D

Os estudos ecográficos são efectuados por meio de uma sonda que emite ultra-sons (também designada como ecotomografia ou ultrassonografia), ultra-sons estes que chegam aos diferentes tecidos humanos e fazem eco de retorno, que depois de tratado por meio de transformação em imagem, é lido e interpretado num monitor, em tempo real. Não há qualquer radiação ionizante, pelo que o exame é totalmente inócuo, utilizado inclusivamente no estudo do embrião e do feto na mulher grávida.

As sondas são diferentes consoante o tipo de estudo que se pretende efectuar, sendo a frequência com que são emitidos os ultra-sons variável; a forma como a imagem é captada ou visualizada é também controlável caso a caso e de operador para operador, de forma a obter naquelas condições, a melhor imagem possível.

A ecografia é uma técnica de imagem muito prática e bastante confortável para o doente, tendo uma utilização muito vasta, para examinar diversos órgãos internos de múltiplos sistemas, como por exemplo o coração, fígado, vesícula biliar, pâncreas, rins e supra-renais, baço, bexiga, e ainda muitos órgãos superficiais como a glândula tiroideia, as glândulas salivares, os testículos, os músculos e articulações das extremidades.

Durante o exame, o doente é posicionado numa cama e é aplicado um gel de contacto sobre a pele, onde vai ser aplicada a sonda ecográfica em “varrimentos” sucessivos. Trata-se assim de um procedimento totalmente inócuo, indolor, relativamente rápido, nada invasivo.

As imagens são observadas em tempo real e o Médico radiologista examinador selecciona algumas dessas imagens para imprimir após tratamento digital, as quais serão depois entregues ao utente ou ao médico assistente, acompanhada do respectivo relatório de interpretação. O registo da imagem ecográfica pode ser enviado para registo digitalizado.

Ecografia Obstétrica (4D)

Equipamento que utiliza ultra-sons associados a uma técnica específica que permite avaliar o feto e elaborar imagens em 3D e 3D contínuas no tempo, ou seja 4D.

Ecocardiografia e Eco-Doppler a Cores

Ecocardiografia (Ecocardiograma e Eco-Doppler) são áreas sub-especializadas dentro da Ultrassonografia (Ecografia). Estes exames são realizados por um médico especialista em Angiologia e Cirurgia Vascular. Consiste na aplicação cardíaca dos ultra-sons. Trata-se de um exame que permite realizar a observação cardíaca em tempo real, e em que associado à técnica Doppler, torna possível uma avaliação dinâmica de fluxos cardíacos.

Esta tecnologia derivada dos ultra-sons (Eco-Doppler) permite avaliar o fluxo do sangue dentro dos vasos arteriais e venosos em vários pontos do corpo (abdómen, membros, carótidas), sendo portanto, utilizada para determinar e quantificar a permeabilidade desses vasos em tempo real.

Este exame tem largas aplicações no sistema circulatório, arterial e venoso, tanto a nível do abdómen, como dos vasos do pescoço e dos vasos dos membros superiores e inferiores, com particular relevância nos estudos do fluxo carotídeo, do fluxo arterial dos membros inferiores e vasos abdominais, e no estudo das insuficiências venosas dos membros inferiores.

Densitometria Óssea

É uma técnica que permite medir a quantidade de osso nas diferentes partes do esqueleto e predizer assim o risco de futuras fracturas. É ainda possível monitorizar as modificações na densidade mineral óssea devido a doenças que interferem no metabolismo ósseo ou na resposta a terapêuticas, com o intuito de minimizar os efeitos da Osteoporose. Os estudos osteodensitométricos pretendem avaliar o valor da massa óssea (em gr/cm2 ), nas zonas onde tradicionalmente a perda de osso é maior a partir de determinada idade, isto é na coluna lombar e no colo do fémur.

Esta perda de massa óssea verifica-se normalmente na sequência das alterações hormonais resultantes de período peri-menopausico e são também muitas vezes consequência da ingestão de alguns medicamentos nomeadamente corticoides e hormonas da tiroide, sendo considerados grupos de risco as mulheres de baixa estatura, de baixo peso, fumadoras, com vida sedentária, que tenham sido operadas ao útero e ovários ou outras em que a osteoporose é de tipo familiar.

O utente sobre o qual vai incidir este exame deverá ser deitado sobre a mesa do equipamento, tendo o cuidado de usar roupas leves e de preferência confortáveis, não sendo permitido o uso de qualquer peça de roupa ou ornamento que contenha metal, para que não existam possibilidades de interferência no resultado final do exame. Deverá ser questionado sobre a realização de algum tipo de exame com contraste ingerido (ex.: exame digestivo) ou injectado (ex.: TAC) nos últimos tempos, o que no caso de ter ocorrido não permite a realização deste exame.

Também deverá ser questionado sobre algum tipo de medicação que esteja a tomar actualmente, que no caso de existir deve ser anotada na ficha do paciente. Deverá ser confirmada a ausência de toma de todo e qualquer suplemento de cálcio nas 24 horas anteriores ao exame.

O exame é efectuado numa mesa semelhante à do Raio X convencional, sendo o varrimento quer da coluna quer do colo do fémur efectuado, em determinadas posições, por um feixe muito colimado de radiação X. Este varrimento e a sua imagem são tratados por computador e é efectuado ao mesmo tempo comparação passo a passo com escala computorizada dos valores esperados para a idade, raça, peso, altura e sexo da paciente.

O registo da imagem é efectuado em folhas A4, saindo impresso quer fotograma da mesma (sem intuitos diagnósticos) quer os valores de referência e os esperados para a idade, raça e sexo da paciente; obtém-se assim o valor da massa óssea actual da paciente, assim como dos valores de massa óssea que terá perdido em relação ao máximo que terá algumas vez alcançado; estes valores serão fornecidos pelo relatório elaborado pelo Médico radiologista, assim como o estado da paciente em relação a eventual osteopenia ou osteoporose. Será ainda indicado o risco eventual de fractura, sendo estes os parâmetros que determinarão a terapêutica. A osteoporose é uma doença considerada como de saúde pública e facilmente evitável se a mulher fizer um primeiro exame de referência por volta do quarenta anos ou antes, caso esteja incluída nos grupos de risco acima descritos.

O exame é efectuado sem qualquer incómodo para a paciente, é de execução rápida e fácil. Os riscos de radiação são perfeitamente desprezíveis neste caso. Avaliando o «capital» ósseo de determinada paciente pode ser prevista a necessidade ou não de terapêutica orientada pelo médico. Esta, quanto mais não seja, impede a progressão da doença, melhorando consideravelmente, nalguns casos a qualidade do osso da paciente e permitindo-lhe por isso ter uma boa qualidade de vida mesmo com o avançar dos anos. Pretende-se assim reduzir consideravelmente o número de fracturas dos corpos vertebrais lombares assim como do colo do fémur ou outras associadas à osteoporose e tão frequentes nas pessoas de mais idade, sobretudo no que às mulheres diz respeito.

Radiologia de Intervenção

A radiologia de intervenção é uma acto exclusivamente médico praticado por especialistas em Radiologia. Nestes exames utiliza-se a tecnologia de imagem existente (Raios X, Ecografia,TAC) para a introdução de agulhas no corpo humano e posterior recolha do material de Biópsia. Trata-se de uma técnica minimamente invasiva, segura e que evita riscos de maior, sofrimento ou perda de tempo para o utente.

A Biósia permite, através da caracterização do tecido do corpo humano recolhido, dizer se o tecido é normal ou se tem alterações e de que tipo são essas alterações (benignas ou malignas).

Radiologia Convencional Digital do Sistema Digestivo

Raio X com uso de Contrastes Baritados - Radiografias ao Esófago, Estômago, Intestino Delgado, Intestino Grosso, Clister Opaco e Colecistografia Oral.

Radiologia Convencional Digital do Sistema Reprodutor

Raio X com uso de Contrastes Iodados - Radiografias ao Sistema Reprodutor Feminino e Masculino.

Radiografia Convencional Digital do Sistema Urinário (Urografia)

Raio X com uso de Contrastes Iodados - Urografia - Radiografias aos Rins, Ureter e Bexiga.

Radiologia de Intervenção (Biópsias)

Recolha por punção guiada de amostras histológicas (próstata, mama, tiróide).

Colonografia por TC (Colonoscopia Virtual)

TAC com técnica específica e apropriada para estudo do Intestino Grosso.

Enterografia por TC

TAC com técnica específica e apropriada para estudo do Intestino Delgado.

Angio TC

TAC com técnica específica e apropriada para estudo dos Vasos Sanguíneos.

Dentascan

TAC com técnica específica e apropriada para estudo das arcadas dentárias.

Radiologia Dentária - Ortopantomografia e Cefalometria (Telerradiografia do Crânio)

Raio X - Radiografias específicas das arcadas dentárias.

Estudo Cefalométrico Computorizado

Estudo de Adenóides, Apnéia do Sono, Alexander, Bimler, Bjork-Jarabak, Delmanto, Downs, Erupção do 3º molar, I.B.E.O., Jaraback, Maciel, McNamara, Medidas Complementares (M.C.), Mordida Aberta (M.A.), Olmos, Orthomax, Petrovic, Profis, Ricketts, Rocabado, Sassouni, Schwarz, Sequenciada, Steiner, Tip-Edge, TP Orthodontics, Trevisi, Tweed, Unicamp, USP, USP-Unicamp, Valieri), Cefalometria Frontal - Frontal de Ricketts, Idade Óssea - Cálculo da Maturação Óssea de Eklof.

Ressonância Magnética

A Ressonância Magnética (RM) é um método de diagnóstico que usa um campo magnético e ondas de radiofrequência que permitem a visualização dos órgãos internos do corpo humano. Durante o exame de RM o doente é exposto a três diferentes campos magnéticos: um campo estático, os campos produzidos pelos gradientes e os campos de radiofrequência pulsados. As imagens obtidas possibilitam a detecção ou exclusão de diferentes patologias e a eventual caracterização das lesões visualizadas. É um exame não invasivo, não doloroso e sem utilização das radiações X. A partir do momento em que foi aplicada à clínica, tornou-se o melhor método de imagem para o diagnóstico de muitas doenças, em consequência da sua resolução tecidual e anatómica e capacidade multiplanar, tendo vindo rapidamente a expandir-se as aplicações da RM.

 
 

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